Até 30 de dezembro dez mil produtores rurais do Ceará,
que contrataram empréstimos do crédito rural familiar ou empresarial ao Banco
do Brasil (BB), podem ser beneficiados com a renegociação de seus
financiamentos, ganhando prazos adicionais de até dois anos para começar a
pagar. O montante total a ser renegociado no Estado pela instituição gira em
torno de R$ 100 milhões. Até ontem, já haviam sido renegociados cerca de R$ 40
milhões ou 40% da dívida, abrangendo quatro mil agricultores e pecuaristas
cearenses.
A renegociação, autorizada pelo governo federal em julho passado, tem o propósito de fortalecer a agricultura do semiárido cearense, apoiando agricultores e pecuaristas residentes nos municípios em estado de emergência.
A renegociação, autorizada pelo governo federal em julho passado, tem o propósito de fortalecer a agricultura do semiárido cearense, apoiando agricultores e pecuaristas residentes nos municípios em estado de emergência.
Segundo o gerente de agronegócio do BB no Ceará,
Tarcísio Forster, a renegociação, autorizada pelo governo federal em julho
passado, tem o propósito de revitalizar e fortalecer a agricultura do semiárido
cearense, apoiando agricultores e pecuaristas residentes de municípios em
estado de emergência ou de calamidade pública causados pela estiagem.
"O governo concedeu o
alongamento do prazo em dez anos para operações de crédito nas regiões da
Sudene, cujas parcelas venceram ou estão por vencer entre 2012 e 2014. Para os
produtores familiares, que são aqueles que vivem predominantemente da atividade
rural e possuem até R$ 360 mil de receita bruta anual com essa atividade, a
primeira parcela do novo financiamento pode ser paga até 2016. Para os demais o
prazo se esgota em 2015", explica.
Além do benefício do aumento dos prazos para pagamento, Forster lembra que os produtores familiares que pagam em dia seus financiamentos terão um rebate de 80% no valor da dívida. "Esse bônus é apenas para pecuaristas e agricultores familiares. Os demais não tem bônus, mas têm direito ao alongamento da dívida", alerta.
Fonte: DN.

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