O acidente de Michael
Schumacher completa uma semana. Há uma semana o mundo tenta
entender o que aconteceu. Neste domingo, parentes foram visitar
Schumacher. Veja o relato do correspondente Roberto Kovalick.
O pai, Rolf Schumacher, e o irmão, Ralf, visitaram
neste domingo o ex-campeão de Fórmula 1, internado em coma induzido em um
hospital da cidade de Grenoble.
A polícia francesa prometeu divulgar esta semana
as conclusões a que chegou até agora sobre o que provocou o acidente com
Michael Schumacher. Uma semana depois do acidente, a causa ainda é um mistério
e há duas versões: uma delas é de que Schumacher esquiava em alta velocidade. A
outra é que parou para ajudar a filha ou filho de um amigo e se desequilibrou.
A nova testemunha que pode ajudar a investigação
entrou em contato com a revista alemã Der Spiegel. É um comissário de bordo de
35 anos, que passava o feriado de ano novo na estação de esqui com a namorada.
A testemunha estava no local do acidente e diz que
fez imagens com o celular de Schumacher esquiando. Ainda não se sabe se gravou
o momento da queda, mas deu uma informação importante: o ex-campeão esquiava
devagar, a no máximo 20 quilômetros por hora.
Todo o esquiador sonha com esse lugar. Méribel fica numa região dos Alpes
Franceses chamada os Três Vales, a maior área de esqui do planeta. Quem nos
apresenta é o francês Guillaume Oerroux,
instrutor de esqui há sete anos. Ao todo, são 600 quilômetros de pistas, para
crianças, aprendizes e profissionais.
Segundo o instrutor, a área onde Schumacher se acidentou
não é tão perigosa. "Acho que ele teve muito azar. Ele não devia
estar em alta velocidade, porque ali existem pedras, e ele não é bobo, é um
campeão do mundo", diz Guillaume.

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