A psicóloga Natália Ponte, mãe do menino Joaquim Ponte
Marques, 03 anos de idade, foi presa novamente na manhã deste sábado (04), após
o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decretar a prisão preventiva dela e
do padrasto, Guilherme Longo.
O decreto foi assinado pela 1ª Juíza de Direito
Auxiliar, Lucilene Aparecida Canella de Mello. Guilherme Longo segue
detido na Delegacia Seccional de Barretos (SP).
Natália foi presa em São Joaquim da Barra (SP),
cidade onde vivem seus pais, e levada para a Cadeia Feminina de Franca,
onde permanece detida sozinha em uma cela. A psicóloga chegou a ficar
presa por 31 dias, mas foi libertada em dezembro após o Tribunal de Justiça de
São Paulo conceder a ela um habeas corpus, antes da conclusão do inquérito
policial.
Na última quinta-feira (02), o promotor Marcus Túlio
Nicolino encaminhou à Justiça de Ribeirão
Preto (SP) a
denúncia sobre a morte do menino. Além do indiciamento e do pedido de prisão
preventiva do padrasto – já formalizados em relatório elaborado pela Polícia
Civil –, o promotor acusa a psicóloga de omissão e pediu também a prisão
preventiva da mãe de Joaquim. Para Nicolino, a psicóloga deve ser
responsabilizada porque tinha ciência dos riscos que corria enquanto vivia com
Longo.

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