quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Delegação alemã visita Fortaleza e se impressiona com PV.

Equipe da Alemanha esteve em Fortaleza, na manhã desta quarta-feira (11), para inspecionar as instalações que podem ser utilizadas pela seleção durante a Copa do Mundo de 2014. O Marina Park Hotel, o estádio Presidente Vargas (PV), que é Centro Oficial de Treinamento (COT) e a Arena Castelão foram visitados pela delegação composta pelo presidente geral da equipe, Georg Behlau e pelo diretor Wolfgang Wirtthmann, além de representantes do Comitê Organizador Local (COL), da Secretaria Extraordinária da Copa de Fortaleza e da Secretaria Especial da Copa do Estado do Ceará.
A delegação alemã preocupou-se em conhecer detalhes sobre as instalações e comentou algumas diferenças entre a cultura brasileira e européia. Georg Behlau acredita que treinar sua seleção no PV é uma vantagem, tendo em vista que o equipamento já é um estádio. O presidente surpreendeu-se com os vestiários do “gigantinho do benfica” que contam com grama artificial para aquecimento. “É para os exercícios de aquecimento? Na Europa, nós sempre fazemos lá fora!”, comentou.
A equipe se mostrou muito satisfeita com as instalações da Arena Castelão. Behlau elogiou bastante a estrutura do estádio, em especial a sala de imprensa, importante para os alemães, que esperam o acompanhamento de aproximadamente 250 jornalistas de sua imprensa local. “Imagino que as delegações devem ficar bem felizes após a visita”, acrescentou. Georg ainda se mostrou surpreso com a economia de R$ 99 milhões na obra, afirmando que é um fato incomum para uma construção deste porte.

A Coordenadora do Pacto pela Copa, Patrícia Macêdo, foi uma das responsáveis por recepcionar os alemães e acredita que o resultado da visita foi positivo. “Eles são muito minuciosos, estão sempre preocupados com a questão de acessibilidade e deslocamento, mas elogiaram todas as estruturas que viram. Ficaram encantados com o Castelão e acharam ótimo o fato do hotel [Marina Park] já estar em pleno funcionamento, e não em obras como a maioria dos que viram”, avalia.

Fonte: DN.

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