Quem passa, à noite, nas proximidades do
Aterro da Praia de Iracema, sente o clima efervescente, com a galera se
dedicando às atividades esportivas. E é nesse cenário que o futevôlei vem ganhando
mais adeptos a cada dia naquela área, estimulado pela Escolinha do Rafinha.
Bem, na noite da quarta-feira passada (11),
a reportagem esteve no Aterro para conferir o trabalho de Rafael Holanda
Oliveira, o Rafinha, que falou da paixão pelo futevôlei e de como surgiu a hoje
badalada escolinha.
“O futevôlei foi uma paixão que entrou na minha vida há 12
anos, quando estava nas categorias de base do Ferroviário. Nessa época, fiz meu
primeiro jogo de futevôlei, e foi amor à primeira vista”, confessa Rafinha.
Desde então, ele deixou o gramado e promissora carreira para
se dedicar ao futevôlei. “E graças a Deus, hoje, com 13 anos nesse esporte, sou
um atleta conhecido no cenário nacional e disputei várias etapas de
Brasileiros”, reforça o professor Rafinha.
Mesmo reconhecido pelo talento no futevôlei, para ele, não
era fácil a vida de atleta profissional, principalmente quando precisava viajar
para disputar competições fora do Ceará.
E a partir dessas dificuldades, o ex-atleta do Ferrão foi
incentivado a empreender. “A ideia da escolinha nasceu há quatro anos. Um amigo
me aconselhou a abrir um negócio para repassar meu conhecimento do futevôlei a
outras pessoas. Acatei a ideia e criei a Escolinha do Rafinha, que no início
tinha quatro alunos”.

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