Morreu na
manhã desta sexta-feira (20) o cantor Reginaldo Rossi aos 69 anos. Conhecido
como o “Rei do brega” e associado especialmente à canção “Garçom“,
Rossi havia sido diagnosticado com câncer de pulmão no início deste
mês. Nesta madrugada o músico havia apresentado uma piora no estado
de saúde e se
encontrava entubado e respirando com ajuda de aparelhos.
O cantor
estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
do Hospital Memorial São José, na área central de Recife, sua cidade natal, desde 27 de
novembro. Após sua internação, o músico chegou a ser transferido para um
quarto, mas voltou em 8 de dezembro à UTI com insuficiência renal e
hipertensão. Depois disso, uma intervenção cirúrgica levou ao diagnóstico do
câncer.
Na
quinta-feira (20), ele voltou a respirar com a ajuda de aparelhos. De acordo
com o boletim médico divulgado na tarde de quinta, a entubação
se deveu a uma “fadiga muscular” e “queda da saturação de oxigênio” do cantor.
“Estou pronto para a batalha e tenho certeza que vencerei”, havia dito o
cantor ao saber do diagnóstico da doença, de acordo com boletim médico
divulgado pelo hospital em 11 de dezembro.
Rei
do brega
Nascido em Recife, em 1944, Reginaldo Rodrigues dos Santos iniciou sua
carreira artística em 1964 sob a influência dos Beatles e integrando-se à Jovem
Guarda. No início, imitava Roberto Carlos. Orgulhava-se ao dizer que foi o
primeiro cantor de rock do Nordeste, quando comandava o grupo The Silver Jets.
Reginaldo Rossi ganhou o título de “Rei do Brega” graças a músicas como
“Garçom”. Compositor de linguagem popular, ele também é autor de sucessos como
“A raposa e as uvas”, “Leviana” e “Recife minha cidade”.
Fonte: DN.

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