Com o adiamento da
conclusão da reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff promoverá em
2014, acirraram-se ainda mais os ânimos daqueles que querem conquistar mais
espaço na Esplanada dos Ministérios.
Nessa quarta-feira
(18), Dilma afirmou que iniciaria as alterações na segunda quinzena de janeiro
e estenderia a reforma até o carnaval, que acontecerá em março.
Com o novo prazo,
uma ala petista começou a se empenhar em convencer a presidente a desistir de
certas indicações que vem sinalizando.
O principal alvo de
descontentamento é a preferência da petista pela nomeação do ex-ministro Ciro
Gomes (PROS), atual secretário de Saúde do Ceará, ao Ministério da Saúde.
No intuito de
manter a pasta de maior orçamento do governo em suas mãos, alguns petistas
recorreram ao ex-presidente Lula para que ele interceda pela escolha do atual
secretário-executivo, Mozart Salles.
Apesar do desejo da
presidente Dilma, o governador Cid Gomes afirmou que não pretende abrir mão do
trabalho do irmão no Ceará. Da mesma forma, Ciro garantiu que seu compromisso
atual é com a saúde pública do estado.
“Meu destino
acertado, aquele que eu conheço, e se Deus não me levar e eu acho que Ele não
vai me levar tão cedo, é servir aos cearenses sob a liderança do governador Cid
Gomes para melhorar a saúde pública no Estado do Ceará”, declarou.

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