O vice-presidente
do PT, José Guimarães, que se despediu do gabinete de liderança da sigla na
Câmara dos Deputados na última quarta-feira (18), admitiu, em balanço dos
trabalhos do Congresso em 2013, as rusgas existentes entre seu partido e o
PMDB, principal partido da base aliada da presidente Dilma Rousseff.
O maior desafio
deste ano, segundo o deputado, foi a relação de disputa e parceria entre as
duas maiores bancadas da Casa. “Por isso, é a relação mais difícil, mas também
mais saudável. Porque tem diálogo”, ponderou.
Apesar de assumir
as divergências, Guimarães comemorou a manutenção da dobradinha e apontou para
um “amadurecimento” do Congresso, construído politicamente “ora na divergência,
ora na disputa, ora no consenso construído a partir do dissenso”.
“Estamos chegando
ao final do ano com um ou outro arranhão, mas, no fundamental, com a base
unida”, complementou, dizendo, ainda, que o aperfeiçoamento das relações do PT
não foi só com o PMDB, mas sim com todos os demais partidos da base como PSD,
PR, PP, dentre outros.
Para 2014, ano
eleitoral, José Guimarães espera que essa boa relação conquistada seja
preservada.

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