O número de animais abandonados durante os meses de
dezembro e janeiro em Fortaleza cresceu bastante, de acordo com abrigos e ONGs
que lidam com cachorros e gatos em situação crítica. Um dos motivos apontados
são as viagens familiares na época das férias escolares.
A União Protetora de Animais Carentes (Upac) afirma que
essa época é bastante crítica. "As pessoas adotam e sempre devolvem com a
mesma desculpa de que não sabiam que iam viajar", afirma Gustavo
Gonçalves, presidente da Upac.
Ele conta que, nas férias de 2012, a instituição
contabilizou 100% de devolução. O fato fez com que a Upac deixasse de promover
as feiras de adoções durante os meses de dezembro de 2013 e janeiro de 2014.
O Centro de Controle de Zoonose (CCZ), da Prefeitura Municipal de Fortaleza, enfrenta o mesmo obstáculo da Upac. "Todos os dias, tem gente que chega na portaria querendo deixar o animal. Só que nós só acolhemos os animais doentes", afirma a coordenadora do CCZ, Rosanea Ramalho. Ela define a situação como um "problema sério".
A coordenadora do Centro de Zoonose também lamenta a forma como alguns animais são tratados pelos donos. "O que está faltando é as pessoas terem mais consciência de cuidar, preservar o animal porque ele também tem sentimento", afirma.
O Centro de Controle de Zoonose (CCZ), da Prefeitura Municipal de Fortaleza, enfrenta o mesmo obstáculo da Upac. "Todos os dias, tem gente que chega na portaria querendo deixar o animal. Só que nós só acolhemos os animais doentes", afirma a coordenadora do CCZ, Rosanea Ramalho. Ela define a situação como um "problema sério".
A coordenadora do Centro de Zoonose também lamenta a forma como alguns animais são tratados pelos donos. "O que está faltando é as pessoas terem mais consciência de cuidar, preservar o animal porque ele também tem sentimento", afirma.
Fonte: DN.

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