O advogado criminalista e ex-conselheiro da
Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Ceará, (OAB-CE) Emídio Cézar Viana de
Carvalho, 49, natural de Tauá (344Km de Fortaleza), foi assassinato na
madrugada do Ano-Novo, em Fortaleza.
O crime ocorreu por volta de 2 horas, em
plena Avenida Godofredo Maciel, próximo ao ´Balão do Mondubim´ e da Avenida
Perimetral (zona Sul). Conforme constatou a Perícia Forense (Pefoce), o
advogado foi executado com um golpe de faca no pescoço, tendo morte imediata,
durante uma briga no trânsito.
De acordo com informações de familiares da
vítima, Emídio Viana, irmão do jornalista e radialista político Antônio Viana,
voltava para casa depois das festas do Ano-Novo. Ele guiava seu veículo, um
Classic prata de placas OSR-8121 (CE), quando teria se envolvido em uma colisão
lateral com outro automóvel.
O carro do advogado ficou avariado na
lateral esquerda. Ele, então, teria descido do carro e ao tentar dialogar com o
outro motorista surgiu um bate-boca.
Golpeado no pescoço, Emídio teve morte
instantânea e o agressor fugiu do local sem que fosse identificado.
Acompanhar
Na tarde de ontem, o presidente da OAB-Ceará, Valdetário Monteiro, informou que a entidade já está acompanhando a investigação do caso. Uma comissão de três advogados, encabeçada pelo criminalista Paulo Quezado, vai acompanhar toda a apuração do assassinato. O crime será apurado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.
Na tarde de ontem, o presidente da OAB-Ceará, Valdetário Monteiro, informou que a entidade já está acompanhando a investigação do caso. Uma comissão de três advogados, encabeçada pelo criminalista Paulo Quezado, vai acompanhar toda a apuração do assassinato. O crime será apurado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.
Uma patrulha do
Ronda do Quarteirão passava pelo local do crime indo atender a outra
ocorrência, quando os PMs se depararam, com o advogado já golpeado.
Um cunhado de Emídio contou que estava em
casa dormindo quando foi surpreendido com a chegada na sua residência de uma
patrulha do Ronda do Quarteirão. "Os PMs vieram me avisar do que tinha
acontecido, achei que eles estavam procurando a pessoa errada, mas quando
cheguei no local encontrei meu cunhado morto tragicamente".
Fonte: DN.


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