segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Homem é assassinado com seis tiros na orla da Beira Mar.

Um jovem de 24 anos foi assassinado ontem, por volta de 15h30min, com seis tiros. O crime aconteceu nas orla da Beira Mar, próximo ao espigão da avenida Desembargador Moreira.

José Leonardo Soares Mesquita foi atingido por quatro disparos na barriga, um na nádega direita e outro nas costas. De acordo com o cabo Urbano Mattos, comandante da viatura 3051 do Batalhão de Policiamento Turístico da Polícia Militar (BPTur), dois homens armados de revólver desceram de um veículo modelo Celta, cor prata, e efetuaram cerca de 10 disparos contra José Leonardo, que ainda tentou fugir.

Alguns banhistas ajudaram a carregar José Leonardo até o calçadão da avenida Beira Mar, mas ele já estava morto. O crime chamou atenção de muitos frequentadores da Beira Mar. Conforme o cabo Urbano Mattos, o homem respondia por roubo e tráfico de drogas. Leonardo era proprietário de um lava a jato na Praia do Futuro.

No local, um turista da Bahia foi atingido de raspão na panturrilha. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e encaminhado para um hospital particular. O turista passa bem.

A Perícia Forense constatou que a vítima carregava 470 reais em dinheiro e três notas de um dólar. “Somente após o exame da Perícia Forense vai ser constatado por qual arma a vítima foi atingida”, informou Mattos.

Ainda conforme informações da Polícia, que foram repassadas por testemunhas, os autores do crime estariam procurando por uma pessoa conhecida como “Geleia”. Nesse caso, Leonardo poderia ter sido confundido e morto por engano.

A mãe da vítima, a dona de casa Maria de Fátima Soares Pereira, 50, bastante abalada, contou que o jovem havia saído da prisão há um ano, onde respondia por saidinha bancária e tráfico de drogas.

Mãe de outros cinco filhos, Fátima disse que, entre seus filhos, só Leonardo era envolvido com o crime. “Ele era um menino bom. Só andava com gente que não presta. E agora estava tentando consertar”, conta.

Divisão de Homicídios

O delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Leonardo Barreto, conta que a Polícia investiga o crime trabalhando a hipótese de execução. “Tudo leva a crer que foi um crime premeditado”, avalia. O delegado também considera a motivação do homicídio como suposta partilha de roubo ou envolvimento com tráfico de drogas.

Fonte: Diário do Nordeste.

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